noooooossa... eu num to no twitter... sou mais o facebook. Mas o sr vai ter que escolher um ou outro, se não daqui a pouco tá espalhado por todas as redes e num tá em nenhuma, né? :*
Tenho boas e enesquecíveis lembranças da pessoa marcante e inconfudivelmente cristã que é Frederico Orr. Desde os tempos de menino, a igreja batista da qual fazia parte esperava com expectatativa as manhãs ou noites que ele era convidado a pregar. Lembro de algumas mensagens que ouvi, e a impressão que dava era que enquanto ele pregava, ora éramos levados ao choro e ao quebrantamento, e ora, poucos momentos depois, ao riso descontraído. No dia da cerimônia de despedida do pastor Caio Fábio (pai), Frederico Orr veio à frente ajudado por alguém que o conduzia em uma cadeira de rodas. Subiu ao púlpito com dificuldade, segurou o microfone com mão trêmula, mas proferiu uma palavra segura cheia de autoridade de Deus. No ocasião, falava ele que o velho Caio podia ser conceituado pelo que Paulo dizia de si mesmo: um homem segundo Cristo. Posso também afirmar que Fred Orr era um homem segundo Cristo. Seu testemunho de vida, que compartilhou inúmeras vezes em várias ocasiões, de quando chego...
Parecia que chegar aos 50 anos era um ponto difuso e muito distante no horizonte da existência. Mas chegou e já passou. Parando para avaliar...Tudo que fiz, realizei, empreendi e conquistei nesses 50 anos de existência, o fiz graças à Deus. Deus me livrou e tem preservado minha vida em muitas circunstâncias, mesmo as mais obscuras repletas de ambigüidades, questionamentos e dores. Como começar o resumo miniatura de minha auto-biografia? Doença estranha Uma das histórias que meu pai contava repetidamente era a que quando tinha apenas 1 ano de vida, fui acometido por uma doença misteriosa que consistia em uma febre permanente e em uma anemia profunda, fruto de uma mononucleose infecciosa que inoculou-se em meu organismo. A medicina em Manaus esgotou todas as possibilidades de cura consistente. Aqui fui desenganado pelos médicos, os quais, depois de me bombardearem com toda sorte de antibióticos, aconselharam meus pais a buscarem auxílio em centros mais avançados. Minha mãe dizia que e...
Essa semana tive o privilégio de receber em minha casa dois grandes amigos. Reunimo-nos para tomarmos o café da manhã. Trata-se do Rai e do Gildo, dois “sortudos” que tiveram o privilégio de conviver durante muito tempo com o Pastor Caio, mentor e amigo comum de nós três. A conversa fluiu livre, como convém a amigos que manifestam transparência e verdade no bojo de tudo que se fala. Mas como sempre acontece, ou “como sói acontecer em encontros desse jaez” (como diria o próprio Caio, no uso de seu português impecável) entre um tema e outro, terminávamos na linha comum, lembrando as façanhas de nosso velho mentor e pai espiritual querido, Caio Fábio D’Araújo, o “pastor Caio Pai”. Ressalto aqui duas histórias que afloraram no meio de nossa conversa, confirmando que nosso velho mentor era verdadeiramente um homem segundo Cristo, conforme disse o saudoso pastor Fred Orr em sua palavra durante a cerimônia de despedida do Pastor Caio. As duas palavras abaixo mostrarão uma faceta bem peculi...
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